
Que poeta sou eu?
Em meu lirismo louco,
Em minha forma de vida tão peculiar,
Trabalhar, trabalhar, trabalhar
Essa tem sido minha sina
Quando paro, penso, respiro
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Vejo de algo tão repugnante,
um poema surgir
mesmo na frieza da morte, o lirismo renasce,
Como uma fênix, das cinzas, vejo a minha arte.
logo em minha cabeça um turbilhão de versos passas
Não sei como os arrumar!
Como posso eu?
Poeta, louco, enfermeiro, curandeiro,
Médico e coveiro...
Penso em todos os momentos da morte,
Vejo-me na situação
Estou ali em um túnel escuro,
Meu coração sem pulsar
Logo em minha frente encontro uma luz
Será a minha salvação, a minha libertação
Mas penso...
Por que me libertar ?
Então como um louco corro contra a luz,
Em ato insano e totalmente espontâneo
Minha mente reluz
E assim a caneta faz o seu trabalho,
Árduo e continuo
tão intenso q chega a sangrar,
Formam-se em minhas mãos chagas ,
Após findar-se
Penso:
será que um louco?
Ainda mais desvairado
Encontrar-se-á a ler esse mero poema
E significado encontrar?
Mas a mim não cabe resposta
O poeta faz seu próprio sucesso!
Arte fúnebre, essa é a minha
Em um processo catártico,
Vem o conhecimento,
E mesmo que um
eufemismo amenize,
Assim surge o reconhecimento!
JONATHAN CRISPIM – 15/12/2008
Postagem inaugural do meu blog, é um poema meu escrito e já postado em outro blog, mas como gosto muito dele resolvi postar este mesmo!
Pensamento do dia:
Foto do dia:

Atenção: Estou completamente abertos a críticas e opiniões, afinal sou novo nessa jornada de poemas.