terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A arte da loucura, ou loucura da arte?


Que poeta sou eu?
Em meu lirismo louco,
Em minha forma de vida tão peculiar,
Trabalhar, trabalhar, trabalhar
Essa tem sido minha sina
Quando paro, penso, respiro
..........................................................
Vejo de algo tão repugnante,
um poema surgir
mesmo na frieza da morte, o lirismo renasce,
Como uma fênix, das cinzas, vejo a minha arte.
logo em minha cabeça um turbilhão de versos passas
Não sei como os arrumar!
Como posso eu?
Poeta, louco, enfermeiro, curandeiro,
Médico e coveiro...
Penso em todos os momentos da morte,
Vejo-me na situação
Estou ali em um túnel escuro,
Meu coração sem pulsar
Logo em minha frente encontro uma luz
Será a minha salvação, a minha libertação
Mas penso...
Por que me libertar ?
Então como um louco corro contra a luz,
Em ato insano e totalmente espontâneo
Minha mente reluz
E assim a caneta faz o seu trabalho,
Árduo e continuo
tão intenso q chega a sangrar,
Formam-se em minhas mãos chagas ,
Após findar-se
Penso:
será que um louco?
Ainda mais desvairado
Encontrar-se-á a ler esse mero poema
E significado encontrar?
Mas a mim não cabe resposta
O poeta faz seu próprio sucesso!
Arte fúnebre, essa é a minha
Em um processo catártico,
Vem o conhecimento,
E mesmo que um
eufemismo amenize,
Assim surge o reconhecimento!

JONATHAN CRISPIM – 15/12/2008

Postagem inaugural do meu blog, é um poema meu escrito e já postado em outro blog, mas como gosto muito dele resolvi postar este mesmo!


Pensamento do dia:

"O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte."
Friedrich Nietzsche


Foto do dia:


Atenção: Estou completamente abertos a críticas e opiniões, afinal sou novo nessa jornada de poemas.

2 comentários:

  1. O poemo não é tão ruim não..xD... zoa... ficou legal...

    Gostei das imagens...

    Principalmente da segunda... é sempre bom ver quem sabe respeitar as escolhas de cada pessoa...

    xD

    Se vc puder da uma passadinah la no meu...
    Estarei muito grata...

    http://fortalezadevidro.blogspot.com/

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  2. Poxa, não é tão ruim? O poema é ótimo. É intenso, e transparece sentimentos muito gostosos. Sim, gostosos mesmo, essa é a palavra. Estranho, né?! O amor pela arte é um dos mais sinceros, pois as pessoas que a amam se empenham tanto por ela, sem querer o mal de ninguém. A arte ainda é algo que me interessa muito, na verdade, se formos pensar, tantas coisas simples são formas de arte. Enfim, adorei o poema e adorei o blog. Quero voltar mais vezes. Ah, amei seu comentário no meu blog, acho que foi o melhor. BEIJÃO

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